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As crianças que são vítimas de Síndrome de Alienação Parental (SAP) sofrem graves danos. Sem estrutura psicológica para lidar com algumas emoções, as crianças são mais propensas a apresentar distúrbios como depressão, ansiedade e pânico, possuem maior chance de incorrer em uso de drogas, de apresentar baixa autoestima e de não conseguir manter relações estáveis, quando adultas.

Isso ocorre porque é na infância e na juventude que a criança e o adolescente definem quem é a autoridade em sua vida, e em quem devem confiar e respeitar. O afastamento de um dos genitores, neste momento, poderá trazer consequências, talvez irreversíveis, para o filho e para o genitor afastado.

Ou seja, a alienação parental nada mais é do que um abuso moral e intelectual, uma agressão emocional dirigida contra o menor e por isso, uma lei de caráter mais pedagógico e educativo do que punitivo, já está em vigor contra a alienação parental.

A intenção é de conscientizar os pais e estabelecer o que é essa síndrome, considerando que inversão da guarda já é punição suficiente para o alienador. O objetivo é que a paz deve reinar no âmbito familiar visando o real bem estar dos menores envolvidos.

O Estado também deve combater o problema através de políticas públicas, palestras, cartilhas e outros, pois pode causar danos permanentes para a formação do menor que vive em um ambiente de mentiras e desequilíbrio.

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