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Parece óbvia a informação de que a presença da mãe é importante para vida de seus filhos. Porém, se nos aprofundarmos nessa questão, podemos perceber muitas vezes há um distanciamento dessa relação devido à correria e hábitos do mundo moderno, já que muitas vezes as mães são obrigadas a delegar seu papel e em outras o fazem de maneira automática e pouco sensibilizada.

É um tempo de se discutir papeis dentro de uma estrutura familiar, que nem sempre são os mesmos de alguns anos atrás e nem sempre são inflexíveis. O conceito de família não é algo imutável e precisa se adaptar às novas necessidades sem deixar de lado a ternura e o cuidado com os filhos.

Recentemente em SP foi instituído em algumas escolas o Dia de quem Cuida de Mim, que teve a função não de ser um dia para reconhecer e celebrar aqueles que exercem a função de cuidar e amar as crianças na falta dos pais. Mas sim de substituir os tradicionais Dia das Mães e dos Pais. Motivo: a família convencional não existe mais.

Porém, o fato de existirem crianças muito bem criadas sem a presença dos pais não é motivo para acreditar que isso seja prova de que os mesmos não são necessários. Crescer sem um dos pais, ou sem os dois, é uma fatalidade que pode vir a ser bem contornada dependendo da situação na qual a criança se encontre, mas não é, por natureza, o ideal para o integral desenvolvimento da pessoa.

A figura materna traz para a criança aprendizagens que o pai não consegue passar e o mesmo acontece a respeito da presença do pai. A mãe traz para a vida de seus filhos uma docilidade que abre caminho para confiança, o aconchego e a segurança de que nunca faltará. Esse vínculo acompanhará a criança por toda a sua vida, mas com real importância na primeira infância, fase na qual a criança está começando a desenvolver sua auto-estima, confiança em si e nas pessoas que a rodeiam.

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